segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Airlines, gostei!!

Então jogamos na última sexta este ótimo jogo de Alan R. Moon , é uma nova roupagem para um jogo de 1990. Já tinha visto diversas vezes no entanto nunca jogado e digo que foi uma grata surpresa, lembra o Ticket to Raid, ..." só lembra de leve" , são diferentes e na minha opinião o Airlines é melhor .





São 10 Cias aéras, cada uma com um número X e variado de cartas que representam as ações  da CIA, cada uma  é representado por uma cor. Os jogadores recebem ao iniciar a partida 8 cartas de ações misturadas, outras 5 são abertas ao lado do tabuleiro. Sobre o tabuleiro em áreas pré determinadas ( cidades)  as CIAS são colocadas pela cor, representando a sua cidade de origem.



As minis de aviões



As cidades são interligadas por rotas, cada qual com uma série de casas numeradas que é o custo para abrir a rota ,sobre a casa é posicionado um avião na cor da CIA. Se todos os espaços ( casas) de uma rota são ocupados não é mais possivel outro jogador usar a rota.

Os jogadores recebem 8 dinheiros, usados para abrir a rota, o jogador pode fazer até duas em uma rodada,  bacana que independe a cor, mas sim das cartas de CIAS sob seu controle, o que os outros jogadores controlam  e o que ainda não esta disponivel no mercado.

O tabuleiro representa a Europa pós guerra, e a brincadiera aqui  é o início da aviação comercial, só faltou a Aeropostale.
Como já havia dito sobre o mapa as cidades são interligadas por rotas e no contorno  do tabuleiro temos uma escala de valores com posicições já pré definidas para cada CIA. O marcador nesta escala é movido no sentido crescente, sempre igual valor de cada casa de uma rota ocupada pela CIA. Representa a valorirzação das ações, então o jogadore deve estar de olho nisso para saber onde e em que CIAS investir.



Geral do jogo, observem as rotas é os valores para posicionar as miniaturas,
este valor é o que avança o marcador na escala de valores  sob o tabuleiro.


As cartas de CIAS não distribuidas ao iniciar a partida, são misturadas e deixadas viradas para baixo  e são adicionadas três cartas de pontuação entre elas, uma mais no topo de pilha, outra pela metade e outra mais para baixo.
Ao sair esta carta, ao final da rodada é feita uma pontução, assim que as três cartas são reveladas, ao final da rodada a partida é finalizada. O objetivo é obter mais PV ( pontos de  vitória).

As opções de jogo do jogador são :

1- Abrir um ou dois links, aviões são poscionados, ações sobem na escala e o jogador gasta dinheiro. É importante obser var que para a estratégia do jogador , deve pensar em CIAs das quais ele tenha  a maioria  ou algumas das ações.
    Ao abrir rotas o jogador tem direito a pegar uma das cartas abertas de CIAS ao lado do tabuleiro ou uma fechada da pilha de compras. Esta ação permite o jogador aumentar o controle sobre as CIAS ou entrar em novas CIAs, das quais não tenha ações.

2- Abrir uma ou duas cartas de CIAS sobre a mesa ( para cada carta aberta o jogador recebe 2 dinheiros). Esta ação deixa visivel em que CIAS você esta investindo e quais esta controlando. Ao haver uma fase de pontuação o jogador com maior controle em uma CIA recebe mais PV, estes PV estão relacionados com a escala de valores da CIAs sobre o tabuleiro e este valor cresce devido ao número de rotas que a CIA opera.



As cartas de CIAs ao lado do tabuleiro, as peças menres ao fundo são as  de PV


Nota:  tudo isso é muito simples ao jogar, mas é muito inteligente e o funcionamento  deste sistema  dá uma visão de mercado de ações , entre o que você tem, controla, onde investir,e planejamento do futuro na partida.


Deck de cartas do jogador, são as CIAs de interesse e nas quais o jogador esta focado.


3- Trocar cartas de CIAs por Cartas de CIAs neutra ( tarta-se de uma CIA que não tem aviões e esta no jogo, apenas ao terminar a partida estas cratas conférem PV adicionais, pode ser decisivo;

4- Pegar dinheiro, o jogador recebe 8 dinheiros para poder abrir novas rotas.



Final da partida.


A partir da E, Eu, Dieter, Diego e César, as crianças jogando .


Bom juntando tudo isso temos um jogo, muiot bacana, divertido, disputadoe estratégico.Vale conferir pessoal.

espero que ajude e inspire a conhecer o jogo.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Eventos do Clube Péricles

Bom nos últimos anosnós do pessoal do clube Péricles,  organizamos diversos eventos com objetivo de divulgar os jogos de tabuleiros, a seguir seguem uma série de imagens destes eventos.

   1ºMostra de Jogos de Tabuleiros de Joinville


Local do evento, pessoal  da organização.



A partir da E, em pé Cris ( minha mulher), Filha do Fernando, Mami, Filho do Fernando,Semiana, Thiago, Dippold
agachado e sentados, Alessandro Caporal ( Ilha), Eu, dieter e Sr. Wilson
em frente ao portal do Ielusc, local do evento.


Visitantes e jogos, cada grupo é acomapnhado por alguém do clube para explicar os jogos em exposição.


Mami, Cemi e Thiago, recepção do evento.


Canto com jogos da Tércos, a partir da E , bem na canto o Mecenas,. Krakatoa , Território, Fronteira, O Faraó, Flotilha e Batalha


1°Jogaville, no SESC ( Apoiador) de Joinville




Dippold e Sr. Wilson com Junior e visitante, a mesa
Dieter ensinando visitantes a Jogaro Pega o  Pinguim.


O local disponibilizado ao lado da lanchonte.



Fernando na mesa do fundo ensinando Manilla



Sr. Wilosn e Alexandre ensinando o Thurn ans Taxis


2°Jogaville ( Apoio SESC).


Pessola do Clube e visitantes, Witold ao centro, Céasr na primeira mesa, Marcelo na segunda .



Alguns dos jogos levados para o evento




Dieter, Dippold e Marcelo, velha guarda do clube, hehehe!!



Membros do clube e visitantes.

3°Jogaville ( SESC)


No local,alguns Banners


Banner do clube Péricles



Iniciando partida de Manhatan



Visitantes e monitores




Diego e César com visitantes



Jogos levados para o evento




Jogos no evento, Batalha de Sidi Rezegh e Buv Tamur da Tércos



Visitantes e monitores.

4ºJogaville ( Livraria Midas)



Jogos no evento



Tiago ensinado e jogando Catan da Grow a visitantes




Geral do local , no canto em primeiro plano, partida de demosntração do Mercadores de Dur Durany



Bom pessoal tem muito mais imagens, mas nem tudo dá para postar, serve para dar uma pequena idéia.

ano que vem vamos continuar com estes eventos.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Produção independente - Artesanal

Produção artesanal ... fazer tudo manualmente, lógico em algum momento em se tratando de jogos de tabuleiro, temos  por exemplo a impressão, ... ???? ... e ai faz em casa?? .... é caro?? ...  , grafica express?? .... faz na gráfica convencional ?? ... inviabiliza na questão " lote minimo " ?? ( para quem não sabe é a quantidade minima que uma grafica produz, para tornar viável seu processo, balanceando o custo para o cliente, o porblema é que vc investe dinheiro em material que fica parado até vender, retorno lento ).

Exixtem muitos caminhos por este processo, mas ainda é muito diferente de produzir um home made ou imprima e jogue. Nestes casos você não esta preocupado com repetibilidade, e um minimo de produtividade, vai fazendo, acha uma idéia de como fazer esta ou aquela peça  nem que seja modelagem manuamentel  com alguma resina.

Acho que bons exemplos são os jogos do evento do Amigo Secreto da Ilha do Tabuleiro, particpei das duas edições, é sempre  ´muito divertido  e o pessoal que tem participado, apresenta belos trabalhos,  jogos  bonitos, mas se você perguntar a um dos participantes, quantos você consegue produzir em um dia , acredito que a maioria vai dizer " acho que nehum em um dia".

Então não é viável ??

Digo que é,  ... é possivel chegar lá, ...como ??

Bom ao falarmos deste processo ou outros,  você já deve ter um jogo em mente, o jogo deve estar desenvolvido, testado, pronto, resumindo já tem que ter um protótipo. Assim você já sabe o que precisa  em termso de  componentes, a questão agora é como fazer.

Tabuleiros e outros componentes em cartonado, tem como fazer em casa, os jogos com tabuleiros modulares ao estilo Agricola , são mais faceis por um série de  motivos, veja::
A- a impressão é menor;
B- o material ( cartonado que vier a usar , recomendo o Holler)  é mais pratico para trabalhar;
C- menor espaço físico é necessário para trabalhar;
D-  colar uma lâmina, folha do tamanho de um A4 é mais fácil; ... experimenta colar uma folha do tamanho de um A1  só para ver!!
E-  o tempo devido as peças serem menores é menor, ... opa! menor tempo, menor custo!!
F- a qualidade fica melhor, devido a ser mais fácil fazer  toda a etapa;

Bom mas tabuleiros maiores??, quanto mais articulações ( dobras) forem necessárias, mais trabalhoso e mais caro fica a peça, no entanto não quer dizer que é inviável, vai depender de seu processo, como você vier a fazer a peça.

Por baixo você vai ter as seguints etapas:

A- recortar as peças ( folhas ) que vão formar o tabuleiro, já faça no tamanho final;
B colar uma tira que vai permitir a articulação do tabuleiro, esta colagem deve ser bem feita, o material colado deve ser fino como uma folha de papel , porém resistente ( teste a quantidade de dobras que o material  vai suportar antes de romper, vai ficar surpesso ao pegar um folha de formato A4 e dobra-la ao meio e vá dobrando no mesmo vinco até ele romper);
C-  cada tira deve ser colada em um sentido já pré definido para garantir as dobras no sentido correto,
40 dê a folga adequada entre as aprtes para evitar tensões após a colagem;

Até este ponto  você tem apenas as folhas e as tiras, pois bem  continuemos...

D- a arte a ser colada sobre o tabuleiro deve estar recortada na medida, se dobra-la para trás , deixe uma aba grande em seu perimetro para facilitar a colagem, caso contrário o revestimento da parte posterior deve ser feito com maior exatidão e não acabar cobrindo a arte frontal.

Nota¹: a revista Ludus Brasil trouxe uma ótima matéria sobre o assunto, matéria do Mestre Raul ( Zola), ensina muito  bem como deve ser feito, então mãos a obra,

Nota²: facilmente e na maioria das vezes o tabuleiro é uma das peças mais caras de um jogo, portanto atenção .

Nota³: não esqueça que quanto maior o tabuleiro, maior a caixa, e a caixa também é uma das partes mais caras de um jogo;

Então, e agora, cartonados ou melhor peças feitas em cartonados são fácies de fazer, colar , mas o recorte.

A- Pode ser guilhotina, existem diferentes modelos, não recomendo a do tipo faca, por exitir a possibilidade devido a espessura do material,  criar folga rapidamente e depois ao invés de recortar acabar  tentando dobrar a peça, imaginem  que a arte já esta colada;
A.1- este tipo de processo não permite cantos aredondados, a não ser posterior, um segundo processo;

B- Facas de corte, bom não são caras, mas você precisa de uma prensa, sugestão facas pequenas para menso peças e prensas pequenas, inclussive manuais podem atender;

C- Tesouras para chapas metálicas, funciona é mais lento, corta até o dedo se der bobeira;

D- Máquina de corte tipo puncionadeira, otima solução é necessário importar a máquina, cuidasos com a manutenção devem ser observados;

D1- uma máquina destas pode ser obtida por uns $300,00 a $ 500,00 dolares, serve tanto para este processo , como no semi-industrial;


Cansei, outra hora termino..!!


Este tópico vai ser finalizado, devido ao tamanho vou escrever fora e postar completo aqui.

Produção alternativa, semi-industriall e artesanal

Esse assunto sempre motivou muita discussão no fórum da Ilha, muita gente participou , as idéias eram  ótimas, foi um fórum muito discutido, fácil afirmar que um dos mais interessantes ( entre muitos outros) .Pode-se dizer  que  também serviu digamos ... de ponta pé para algumas iniciativas, em destaque a do Recicle.do Luish. Um belo exemplo  e pelo que sei usou o processo artesanal, peças em 3D com emprego de resinas. Nesta epóca já fazia meus estudos de processos alternativos, então foi uma  surpresa agradável ver este trabalho..

Agora um dos pioneiros que  vagou por estas águas,  um pouco antes desta discussão sobre processos alternativos  foi o pessoal da Ceilikan  ao lançar o Samurai do Rainer Knizia. Não sei dizer muita coisa sobre o processo adotado pela Ceilikan no todo, mas para as peças em 3D, usaram resinas como material alternativo ao invés do plástico injetado ( fácil de entender o porque). Com certeza parte do processo foi dependente de gráficas  (tabuleiros),   complementado pelo trabalho artesanal ( peças de resina) para chegar ao conjunto, temos então um exemplo de produção semi- industrial

Em 2007 tive minha experiência ao produzir o Fronteira, todas peças foram produzidas por gráficas,  recorte em empresa especilaizada em estampar cartonados. Mas toda montagem final coube a mim, aqui o processo foi  industrial ( terceirizado, quase na totalidade). afinal todos os componentes  estavam prontos, apenas separei  e montei as caixas e fui vender.

Como disse não sei de todos os detalhes sobre os jogos citados, nem é intensão ir fundo com eles, apenas são boas referências para o que quero expor, pode-se perceber muita coisa com o jogo em mãos e tirar as suas conclussões. São três exemplos  de produção  e é isso que pretendo mostrar na sequência, serão três tópicos onde  pretendo falar sobre  cada um de forma separada, são meus pontos de vista sobre o assunto, espero que gostem .

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Operação MX1 ( Grow)

Pois é tenho um caso antigo com esse jogo, Operação MX1 . Tempão que não jogo, aliais joguei uma partida este ano. Mas o lance aqui é que foi a única iniciativa no Brasil, feita por uma editora grande. Foi a Grow no final da década de 70 quem desenvolveu e lançou no mercado.
O MX1 é um HC básico, simples para jogar e aprender  ( se comparado com  outros), mas superior por exemplo ao Battle for Moscow que  não é ruim de forma alguma , ele replica bem alguns detalhes da batalha, salvo Kalinin que sequer aparece no jogo. 
Bom voltando ao MX1... é  um jogo de nível estratégico, tem elementos topográficos, condições meteorológicas. Retrata uma guerra fictícia entre dois países imaginários, azuis e vermelhos.

Já  faz um tempo,  fiz uma adaptação para este jogo, tanto regras como novas peças (com nova arte) estão disponíveis para imprimir e jogar, usando as mesmas regras do jogo original, mais adaptações como da regra de produção. Foram incluídas novas unidades como artilharia, aeronaves, engenharia ( pioneiros), brigadas ligeiras e moto mecanizadas, bases aéreas, industrias e Zonas Fortificadas(ZF), cada uma atribui novas condições e novas situações, inclusive ataques aéreos, todas estas regras são adicionais .

O objetivo foi simplesmente agregar novos valores estratégicos ao jogo, pois agora  além de conceito original, o jogador tem objetivos claros como bases, cidades e indústrias do oponente. A capacidade de repor unidades devido  a regra de produção industrial, leva o jogo a outro nível de estratégia.



Geral, imagem das novas peças





A indústria é a peça em vermelho, a base aérea e´ a peça verde.

Os novos e diferentes tipos de unidades, modificações em algumas das regras de combate também fazem prevalecer o lado ofensivo. Portanto para quem tem o jogo, vale experimentar, espero que gostem da adaptação.

Link para baixar arquivos  ( vai ser atualizado nos próximos dias)
 
Espero que gostem.