domingo, 9 de agosto de 2026

Missão C - Exploração Espacial - Da Terra

Lunar 2040, Da terra para as Estrelas, agora Da Terra o nome mudou e não sei ainda se vai ser esse último, mas ainda é apenas um nome.

Da Terra é um jogo que leva o jogador para um futuro próximo, no comando de uma CIA de lançamento de foguetes para o espaço. O reaproveitamento e pousar estágios é a regra, seguindo os passo da Space X, sem o qual o custo se torna proibitivo. O jogador poderá melhorar o seu hardware no que tange capacidade, potencia dos propulsores, maior aceleração e muitas outras tecnologias ou adquirir novo hardware entre muitas ações possíveis.


Diversos tipos de tecnologias.

A Missão A o jogador deverá mover cargas e tripulantes para o espaço, em geral orbita Baixa ( LEO), cujo destino são estações espaciais em diferentes orbitas, lançar satélites e algum componente a ser  instalado em alguma estação.

Na Missão B os jogadores de forma cooperativa, com objetivo de construir na orbita baixa espaçonaves modulares. É necessário fabricar e lançar partes desta espaçonave, cumprir as entregas no prazo e na ordem de montagem, sob risco de perda de prestigio e confiança que reflete na cotação das ações da CIA na bolsa de valores.

Já na Missão C, o jogador deverá explorar outros planetas, luas ou asteroides do sistema Solar. O mapa de navegação, contempla desde Mercúrio até Saturno, poderá explorar 48 destinos, e cada corpo celeste por usa vez é dividido em diferentes sítios na superfície, que embora ainda não tenha todos tabuleiros desenvolvidos, faz prever que deverá haver algo de uns 150 sítios diferentes.


Rotas de navegação, pelas quais é necessário gastar DV .

Toda missão espacial em seu planejamento, deverá começar pelo que se pretende transportar até um determinado destino. Chama-se  de Massa útil - MU ou seja a massa (em toneladas) do objeto, carga a ser transportado. Esse princípio é o mesmo na Missão A e B, porém estas missões ocorrem próximos a Terra, orbita baixa ou geoestacionária, o que permite o jogador usar foguetes mais simples e de menor custo.


O briefing de cada missão, serve para o jogador 
estabelecer alguns objetivos em seu desenvolvimento,


Na Missão C, o destino vai estar muito longe, entre os mais próximos estão os cruzadores da Terra, que são asteroides distantes na casa de milhões de quilômetros, em comparação e  diferente da orbita baixa, com poucos milhares de quilômetros ( de 300 a 6000 km). Para os destinos distantes, o jogador vai precisar de estágio de propulsão que permite o hardware (foguete) atingir um grande DV (delta de velocidade, variação entre a velocidade inicial  e final do objeto).

Para tal são usados propulsores termo nucleares, iônicos ou até elétricos, estes dois últimos com aceleração lenta e de longa duração. O controle do DV, chama-se de "orçamento de DV" cujo limite é o  DV máximo, e para cada manobra,  descontar o respectivo DV. Ao gastar todo o DV, ficará impossibilitado  de realizar manobras,  e ficar a deriva no espaço.

Uma vez definido a MU, o jogador deverá definir por primeiro qual o hardware será usado para pousar na superfície, chamado Lander. Em seguida para chegar ao corpo celeste destino, determinar qual o hardware de transferência. Por fim o hardware que será usado para lançar tudo desde a superfície da Terra, e será bem provável ser necessário um estágio de inserção orbital.


Tabuleiro da CIA e a área de preparação, pré empilhamento do foguete.

Ao concluir a etapa de preparação da missão, no qual determinado prazo é finalizado, segue-se para  a etapa de lançar o foguete. Primeiro ocorre o lançamento e a inserção na órbita baixa, em seguida a correção de orbita para a a orbita de transferência. em cada etapa os estágios retornam a superfície ou são descartados como no caso do ESI. Em seguida executar a transferência para o corpo celeste destino, onde deverá entrar na orbita de captura, e depois orbita baixa. Neste ponto o lander inicia a descida até a superfície parao ponto de pouso. A partir deste o hardware de exploração faz movimentos até sítios de interesse, para explorar o local com objetivo de obter recursos, habitabilidade, vestígios de panspermia entre outros.


Tabuleiros dispostos para uma missão de exploração, passando por 
diversas etapas até chegar ao destino ( neste caso Marte)


Superfície de Marte, área de pouso e diversos sítios a serem explorados.

Na superfície, o  hardware que pode ser um rower ou um droid, ou ainda uma sonda, tem a capacidade de transportar determinada MU em instrumentos, equipamentos  usados para explorar. Cada sucesso resulta em PV,  e o número de investigações, depende de quantos instrumentos são transportados pelo hardware.

A exploração não é a única maneira de pontuar, tecnologias, especialistas utilizados durante a partida, também servem para pontuar e somado ao final a exploração da superfície. O jogador com mais PV é o vencedor, 

Tenho trabalhado no jogo nos últimos três anos, não de forma continua, mas sempre que possível. Mudou muito desde que inicie  o projeto, tem agora um formato para ser usado em todo tipo de tema, relacionado com exploração, colonização espacial, extração de recursos. O formato de missões,  estabelece regras particulares que são somadas as regras básicas. Há ainda o caderno de regras do caderno do hardware, caderno da tecnologia e caderno de lançamento, além das regras básicas.

Ainda não decide  seserá um jogo no formato de campanha, nem se deixarei o jogo para dois ou quatro jogadores, ou mesmo se será um solitário. Bom esse é o resumo do que está sendo feito, e vou seguindo com o desenvolvimento.


Abraço!