terça-feira, 8 de setembro de 2020

Direto para a água, Riachuelo em pauta.

Passando agora para a fase de testes de diferentes formações, ou seja sai do módulo para jogo com pequenas unidades (do porte de pelotões), passa aos testas com unidades maiores, como batalhões, agrupados em regimentos e brigadas. Mas tem uma coisa que queria fazer a já bastante tempo, algo envolvendo batalhas entre navios.

A ação de batalhões é muito simples no módulo Riachuelo, mas empolgante nos combates de abordagem. Esse simplificação, deixa mais fácil acertar alguns detalhes básicos, que são parte importante do outro módulo, do qual tenho uma divida a cumprir, falo do Batalha de Tuiuti, de modo a enquadrar este módulo ao sistema ST.

A Batalha naval do Riachuelo, travada entre as marinhas do Brasil e do Paraguai em 11 de Junho de 1865, foi decisiva para a guerra em duas situações, privar o Paraguai até final da guerra, de uma marinha com capacidade ofensiva, e controlar a movimentção pelos rios da região, tendo ainda plena capacidade de mover tropas e apoiar ações terrestres, como de fato foi feito.

Fato era, que as embarcações do Brasil eram em grande parte superiores as dos paraguaios, mesmo com a presença de chatas artilhadas a reboque. A grande diferença era no entanto a presença de baterias da artilharia paraguia na barranca, próximo a confluência do rio Riachuelo ( dai o nome da batalha)., assim como a presença de tropas da infantaria adicional,  tanto nas embarcações quanto nas praias, que resultou em fuzilaria contra os navios brasileiros.

Isso deixa claro assimetria entre forças, algo normal, mas que requer impor limites de tempo para equilibrar a situação. Mas isso faz parte são os próximos passos. Já fiz alguns testes, já afundaram alguns navios, agora é acertar os ponteiros para que o jogo fique equilibrado, mas por enquanto segue algumas imagens da última partida de testes, melhor dizer do ínicio da partida com a frota paraguaia subindo o rio Paraná, a clara vistas da frota brasileira, mas não sem reação.


Situação Geral

2º Esquadrão paraguaio

Primeiro esquadrão brasileiro, a fragata Amazonas é a terceira.

2º esquadrão brasileiro

Primeira ação.

A simulação não reflete nesta imagem a ação real e histórica, mas como é um jogo, mecanismos serão testados para simular tanto fatos reais, como permitir aos jogadores, buscar diferentes resultados para a batalha.


De momento é isso.


abraço!


domingo, 12 de julho de 2020

Só 40 anos.

1980 foi o ano no qual comecei a esboçar o meu jogo de guerra, meio que querendo fugir do War, somado a conversas com o saudoso amigo Clóvis Moraes....a coisa girava em torno de criar um jogo de guerra. Tinha nada de internet, estava mais para o campo da ficção cientifica  na época, rs.
Pouco se via jogos que não os triviais o dia a dia dos anos 80 (mas ótimos).  Já curtia história, aliais sempre gostei, mas fui indo mais fundo em história militar, batalhas, campanhas, o que só dava mais vontade de ter um jogo com tema da segunda guerra mundial.

Tempos depois ganhei o AMX1 da Grow, diria que por volta de 1981 ou 1982, não lembro  extamanete.... cara que revolução, estavam ali, o estopim para novos conceitos, aquilo que faltava para dar rumo ao meu jogo.

Uma coisa que a princípio eu tinha em mente foi eliminar a sorte,  e assim foi, desenhei figuras de peças, carros de combate, artilharia, infantaria. Parti do Xadrez, cavalo se movo em L, peão em linha,  fui adequando os movimentos e criando outros, aos poucos tomou corpo.  Mas depois de um tempo, abandonei essa linha de trabalho. Ai vieram o FM, FC, bem básico, surgiu o UNF,, unidade força, é tipo o que alimentava a peça de vida. Mas ainda tinha algo que queria a mais, muito mais...mapas, isso memso....como transferir o que acontece no tabuleiro para um mapa.
Simples..... lógico escalas, afinal sou de formação em mecânica, ai foi questão de teempo, fazer uns protótipos e gostar do que foi surgindo.

A maluquice tomou conta e por alguns anos fui fazendo tabuleiros modulares, o cenário podia ser o que era possível imaginar. Cada tabuleiro tinha 20x20 espaços e equivale a um espaço do mapa, pronto a monstruosidade estava criada.

Eu podia ter qualquer mapa, bastava pesquisar, nessa montei um jogo do Guerra nas Estrelas (ehh tudo nerd curtia esse filme). Agora pensa na brincadeira, aquele mapa se fosse feito em escala 1:1,  cada espaço de tabuleiro tendo 1x1 cm, daria um raio de 7,5 km, ou seja 15 km de diâmetro...piração, mas as escalas resolvem esse problemas. Esse ai, depois de alguns anos joguei tudo fora.

Mas voltando para a 2 GM, acho que guardei as imagens dos tabuleiros que tinha desenhado,  algo em torno de 1200 tabuleiros modulares. Pesnou numa hidrelétrica, tinha tabuleiro, e assim ara. Tinha regras pra tudo naquele jogo, num momento de lucides, parei, passaram-se uns 5 ou 7 anos sem fazer nada no jogo.

Passados uns 20 e poucos anos após iniciar, estou falando de por volta de 2005., mudei tudo. Novas idieas e fiz seguidas experiências, agora munido de muitas novas opções de jogos, internet, aquilo afetou, rs....

Nos últimos 7 anos, com intervalos  de meses, fui refazendo tudo, mas nunca abandonei a ideia de tabuleiros modulares e MAPAS. Porque dessa fixação??...melhor jogar hora dessas, ai você vai  entender melhor.

Chegamos a 2020, ano maluco, vírus chinês fazendo merda, agora faz uns três anos que venho trabalhando sempre que possivel no jogo, primeiro tabuleiros e peças, marcadores auxiliares e por fim regras escritas, não manuscritas, tudo digitado e agora tudo diagramado e revisado, terminei essa encrenca.



Claro que estou feliz, o sistema está pronto, na certa ainda haverão ajustes, mas está como eu quero.
Isso vai permitir criar jogos com temas de diferentes batalhas, com porte de tropas desde pelotões, ou batalhões, ou se preferir divisões.









Imagens tiradas do manual, aos poucos vou postar detalhamente esse material.


Por fim só 40 anos para chegar onde queria....mas não larga o osso, rs.


Abraço!




quarta-feira, 1 de julho de 2020

30 de Junho , dia Nacional dos Jogos de Tabuleiro.

Então hoje é dia primeiro, passou a data e não foi esquecimento. Infelizmente os estados do sul sofreram com um ciclone digno de nota, ventos muito fortes, segundo fontes acima dos 120 km/h, o que é respeitável. Muita destruição, lamentáveis mortes, resta correr atrás, reconstruir e deixar o tempo curar as feridas, de quem teve vitimas nessa tragédia.




Bom, dando um oi e fazendo lembrar que ontém foi o dia Nacional dos Jogos de Tabuleiros, e estou postanto isso hoje, porque ontém nada de energia elêtrica, muito menos computador.

Para que quem pode, espero que tenha rolado aquela jogatina. Adiciono algumas imagens, relambrando tantos anos de jogatina e pessoas que já estiveram aqui jogando em diferentes momentos.







Imagens de acervo pessoal....tá tem uma do Digão.


Abração!

sábado, 20 de junho de 2020

Jogando Marco Polo

Jogando Marco Polo.......então povo, joguei ontém As Viagens de  Marco Polo, criação de Simone Luciani e DAniele Tascini, jogo de 2015, comporta de 2 a 4 jogadores, tempo estimado até 100 minutos e idade incial sugerida 12 anos.

O jogo mergulha nas aviagens de Marco Polo, mercador de Veneza lá pelo idos do Séc XIII, ainda muito jovem. Abrange as diferentas Rotas da Seda, que eram a ligação comercial da épóca, entre o Oriente e o Ocidente.
Não tece no entanto as histórias narradas no livro homológo, no qual conta as suas aventuras, viagens, culturas, mitos locais, ou sequer o fato de conhecer Kublai Khan. O livro que foi tratado de certa forma como um guia de viagens da época.
O foco é realmente as diferentes rotas, ao passar por  cidades como Khasgar, Samarcan, Beijim, o Karakoram, enfím foi bem representado.

O jogador é um mercador, escolhido entre as opções, cada qual com diferentes poderes, e durante a partida, executa uma ação alocando um de seus dados, lançados ao iniciar cada rodada. As possibilidades são diversas, sempre com  a intensão de obter mercadorias, camelos, dinheiro, tecidos. viajar, alias, atenção ao detalhe, isso é importante e o jogador deve se preocupar em viajar (ponto para o jogo). Também há a jogada bônus, executa após a ação noraml do jogador, em geral é usada para finalizar contratos, que significa pontuar.

Imagem de Rodrigo Dippold, a esquerda Marcelo e a direita eu que lhes escrevo.


O jogodor também recebe ao inciar, quatro cartas objetivo, no qual estão cidades pelas quais deve contruir entre-postos de comércio. Das cartas escolhe duas, que são pontuadas, ao terminar a partida.

Também recebe um contrato, que lhe concede pontos de vitória e outros bôuns, em troca de mercadorias colhidas em cidades, onde tenha postos de comércio, ou em mercados para obter mercadorias ou dinheiro, lembrando que para cada ação, é necessário alocar um ou mais dados.
Novos contratos, são uma das opções de jogada, são importantes, é uma das principais formas de pontuar, então devem estar no foco do jogador também.

Os dados, cinco, são lançados em simultâneo ao iniciar a rodada,  o resultado dos mesmos limita o que o jogador pode fazer, mecanismo que instiga o jogador a tomar decisões, muito bacana, lembra algo como no jogo Yspahan, Alien Frontier ( jogão), gostei muito.

Bom juntando tudo, o jogo é muito bom, agradável, de certa forma leve e de fácil aprendizado, relativamente rápido, muitas opções de jogada, umas mais que outras, realmente gostei, fica a recomendação.

Joguei a versão da Devir em portugês, embora não tenha dependência de lingua. O material é bacana, nada a reclamar ou que tenha observado, a arte é bonita, vale conferir se ainda não conhece, um bom jogo para família.


Até a próxima.






segunda-feira, 30 de março de 2020

Dia de 30 de março....hoje é....

É isso ai.... passando para lembrar que hoje é o Dia Internacional dos Jogos de Tabuleiro.
Então chame seus amigos e manda ver pelo menos uma partidinha...opa! ...segura ai!.....não vai dar não, só se for online, afinal o ano é marcado pelo Covid 19, reuniões não são recomendadas.






























Sendo assim, fica para a próxima oportunidade ou até essa bagunça terminar, mas a data é lembrada.




Abraço!